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Prêmio INFI FEBRABAN de Economia Bancária está com inscrições abertas

Foi durante uma aula de Econometria que Guilherme Cardim, então estudante de Economia, começou a se perguntar qual seria o impacto do atendimento prestado aos clientes por meio das mídias sociais, principalmente, na contratação de novos produtos de crédito, seguros, consórcios e investimentos. Com a ajuda da professora Ana Abras, esse questionamento se transformou no tema da Monografia de Cardim. Os resultados da pesquisa foram tão interessantes que a docente sugeriu que o economista recém-formado inscrevesse o trabalho em congressos e outros eventos do universo acadêmico. 

O primeiro deles foi o Prêmio INFI FEBRABAN de Economia Bancária 2017. Cardim não poderia ter começado melhor sua jornada pelo mundo acadêmico. O artigo escrito por ele em coautoria com Ana foi o ganhador da categoria especial do concurso, cujo tema era Inovações da Era Digital. 

Consagrar-se vencedor representou um ponto de virada na carreira de Cardim que até então atuava com análise de medias sociais no departamento de Marketing de um grande banco de varejo. “A exposição trazida pela conquista do prêmio possibilitou que eu migrasse para a diretoria de Ciências de Dados do banco em que trabalho e passasse a desenvolver pesquisa aplicada com foco em economia’, diz Cardim.

A história de Cardim é uma entre várias trajetórias que foram impactadas positivamente pela participação no Prêmio INFI FEBRABAN de Economia Bancária. Ciente da importância da iniciativa para estimular o debate e disseminar pesquisas com temas voltados ao setor bancário, a FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos) e Infi (Instituto FEBRABAN de Educação) realizam a 10ª edição da premiação. Os trabalhos podem ser enviados até 31 de outubro pelo site do prêmio (https://economia.febraban.org.br) onde também é possível ter acesso ao regulamento completo e a íntegra dos trabalhos vencedores das edições anteriores.

Os trabalhos podem ser inscritos em três categorias: A) Dissertações, Teses e Artigos Acadêmicos; B) Monografias de Graduação e C) Categoria Especial. As duas primeiras categorias devem tratar de questões como regulação do setor bancário, evolução recente do crédito no Brasil e sua importância para o crescimento econômico, rentabilidade e produtividade do setor bancário no Brasil, taxas de juros e spread bancário, educação financeira, entre outros. Já os trabalhos da categoria especial devem ter como foco as inovações da era digital e seus impactos sobre o setor financeiro. No ano passado, mais de 100 estudos concorreram ao prêmio.

Serão distribuídos R$ 65 mil em prêmios. Os três primeiros colocados da categoria A serão receberão R$ 20 mil, R$ 10 mil e R$ 5 mil respectivamente. Na categoria B, só os dois melhores trabalhos serão premiados com R$ 10 mil e R$ 5 mil. A categoria especial, o melhor projeto receberá R$ 15 mil. 

“Como entidade representativa do setor, achamos que é nosso papel estimular o debate e a produção de trabalhos acadêmicos nas áreas bancária e financeira”, afirma o diretor de Regulação Prudencial, Riscos e Assuntos Econômicos da FEBRABAN, Rubens Sardenberg. 

Ele destaca que o setor financeiro está atento aos interesses e às necessidades da nova geração de clientes que pensa de forma digital. Para ele, a combinação de inovação e tecnologia trará experiências cada vez mais relevantes aos clientes. “Por isso, escolhemos como tema da categoria especial do prêmio deste ano trabalhos que abordem os impactos das inovações digitais nas transações bancárias, na oferta de serviços e na concessão de crédito”, explica o diretor. 

 

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