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Bancos investem em fintechs dentro e fora de casa

O setor de finanças é o segundo no ranking de criação de empresas inovadoras, só atrás da área de educação, de acordo com o levantamento mais recente da Associação Brasileira de Startups, que revelou a existência de, ao menos, 15 mil startups em funcionamento no país. A transformação na maneira como o mundo financeiro se relaciona com as pessoas e com os negócios digitais tem levado a um incremento cada vez maior nas parcerias dessas empresas iniciantes, não só com os bancos, mas também com toda a cadeia do setor – de empresas de cartão de crédito a fundos de investimento.

Instituições financeiras privadas e públicas consolidam programas de aceleração, ampliam centros de inovação e abrem mais espaço para funcionários criarem soluções “dentro de casa” em suas iniciativas e projetos de intra-empreendedorismo.  Os programas e iniciativas entre instituições financeiras e as fintechs são a reportagem de capa da próxima revista CIAB FEBRABAN, que pode ser acessada em https://issuu.com/revistaciab/docs/revista_ciab_febraban_78_dez18

Com arquitetura moderna, ambientes abertos e espaços para eventos e lazer em suas “lajes” (ou nos agora chamados “rooftops” ou “sky lounges”), parte dos prédios que abriga essas startups passou por reformas para atender um número maior de parceiros. Desde 2015, centros de empreendedorismo e inovação abertos marcaram o início da aproximação entre os bancos brasileiros e as fintechs e startups de diversos segmentos, como o Cubo Itaú, e o inovaBra, do Bradesco.

A proximidade permite que as instituições financeiras conheçam, invistam e desenvolvam projetos de inovação com diversas startups que atuam em diferentes setores, como o de seguros, e saúde e em eixos tecnológicos como blockchain, inteligência artificial (AI), big data, IoT (internet das coisas), plataformas digitais e computação cognitiva.

Se, da porta para fora, as iniciativas são variadas nas instituições financeiras, dentro dos bancos também avançam ações que já contam com startups já nascidas “dentro de casa”, como é o caso do Santander, que começou há sete meses a desenvolver duas empresas inovadoras, apartadas do banco, com tecnologia e marketing próprios e prontas para disputar mercado no segmento específico em que atuam – uma delas com foco no mercado de benefícios, e outra, uma plataforma digital de investimentos que deve começar a operar em 2019.

A Caixa também tem exemplos de fintechs criadas dentro de casa, como uma seguradora 100% digital, e outra para conceder crédito habitacional de forma digital. Outro exemplo é o Laboratório Avançado Banco do Brasil (LABB) no Vale do Silício, nos EUA, e outro, em Brasília, para desenvolver projetos de funcionários, selecionados por meio de um programa interno.

Os bancos ainda investem em programas para impulsionar negócios inovadores e criam ações que vão desde a criação de negócios digitais, incubando projetos que acelerem a transformação, até a parceria com startups e fintechs para novos produtos e serviços aos seus clientes. Além disso, instituições também incentivam a participação de funcionários em programas de inovação internos, concursos, hackatons e maratonas, desenvolvendo soluções bancárias tanto para clientes dos bancos quanto para a sociedade em geral.

Leia tudo sobre as atuais parcerias dos principais bancos do país com as fintechs e os programas de inovação desenvolvido pelas instituições financeiras na revista CIAB FEBRABAN:

https://issuu.com/revistaciab/docs/revista_ciab_febraban_78_dez18

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