Engenharia Social: como golpistas manipulam você
Como a técnica virou uma ameaça a segurança dos clientes?
Hoje, o principal vetor de ataque dos golpistas é o humano e não mais o sistema bancário. As técnicas de Engenharia Social transformaram conversas aparentemente banais, como uma ligação, uma mensagem ou um pedido “de verificação”, em instrumentos sofisticados de fraude, capazes de explorar confiança, urgência e emoção para induzir decisões equivocadas.
No novo episódio do Febraban Podcast, discutimos como esta técnica se consolidou como uma das mais desafiadoras ante o sistema financeiro e a segurança pública. Separamos os destaques dos debates realizados no Febraban SEC – Congresso de Prevenção e Repressão a Fraudes, Segurança Cibernética e Bancária, que reuniu especialistas de bancos, órgãos públicos e empresas de tecnologia para analisar como essas técnicas evoluíram, por que se tornaram tão eficazes e quais estratégias estão sendo adotadas para preveni-las e combatê-las.
Você vai entender também:
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Como inteligência artificial e machine learning passaram a ser usados também pelos golpistas;
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Por que a coordenação entre instituições, aliada a uma comunicação clara e personalizada, é essencial para reduzir vulnerabilidades;
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Por que a engenharia social é hoje um risco crescente para clientes, instituições e a sociedade;
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Como funcionam os golpes de falsa central, falso gerente e outros esquemas integrados;
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O papel do setor público e privado no enfrentamento organizado ao crime digital;
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Por que prevenção exige informação no momento certo e hiperpersonalizada;
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Como decisões tomadas sob pressão podem ser evitadas com protocolos simples e eficazes.
Com Susana Rodrigues (Anatel), Clayton Neves Xavier (Bradesco), Caroline Caetano (Santander Brasil), Ieda Maria de Souza (Serpro) e Felipe Tambelini (Itaú Unibanco), sob a condução de Mona Dorf, diretora-adjunta de Conteúdo Digital da Febraban.
Ouça na sua plataforma de áudio preferida.
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